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Próximo Concierto

 

GAIA WORLD MUSIC

Vila Nova de Gaia, Porto, Portugal
Complexo do Espaço Corpus Christi

 

Viernes 06 de septiembre. 22h.
Palco 1

 

 

Programación del Festival

 

 

 

 

 
     

Festival realiza-se nos próximos dias 5, 6, 7 e 8 de setembro
no complexo do Espaço Corpus Christi

GAIA WORLD MUSIC REÚNE
MÚSICOS DO BRASIL, ESPANHA,
ITÁLIA, PERÚ E PORTUGAL


Contemplando os mais distintos géneros musicais que incluem folk, celta, forró, 
popular, latin jazz ou eletrónica, o certame comportará um total de 13 concertos.
Os italianos Anonima Nuvolari, os brasileiros Forró Miór, os espanhóis International
Citrus Band, os peruanos Alturas e os portugueses Gaiteiros de Lisboa
e Galandum Galundaina serão apenas alguns dos protagonistas.
Uma kids fun zone inundada de insufláveis com vista privilegiada para o palco,
ateliers de pintura, escultura, colagem, reutilização e reciclagem sobre
os instrumentos pelo mundo, e outras iniciativas de animação, atividades
de lazer e ações de rua complementam as sonoridades do programa


O Gaia World Music 2019 realiza-se nos próximos dias 5, 6, 7 e 8 de setembro. Contemplando os mais distintos géneros musicais que incluem folk, celta, forró, popular, latin jazz ou eletrónica, o festival trará até ao município de Vila Nova de Gaia artistas de várias geografias como Espanha, Brasil, Peru, Itália ou Portugal. Um total de 13 concertos distribuídos pelos três palcos erguidos no complexo do Espaço Corpus Christi (Largo de Aljubarrota, n.o 13, 4400-111 Vila Nova de Gaia), cujas sonoridades serão complementadas com ações de rua, iniciativas de animação e atividades de lazer.


A intenção da autarquia gaiense será acrescentar ao património histórico, arquitetónico e paisagístico do concelho uma renovada oferta cultural que atraia, cative e satisfaça turistas, visitantes e munícipes. A opção pela música justifica-se inclusive pelo legado de Vila Nova de Gaia na arte dos sons, dos ritmos e das melodias como comprovam os inúmeros ranchos folclóricos, grupos de música popular e bandas filarmónicas que alegram as diversas freguesias. Tradições alimentadas pela Fundação Conservatório Regional de Gaia, pelas quatro academias de música ou pelo teatro musical que continuam a formar centenas de jovens ano após ano.


Uma realidade que congratula Paulo Preto, curador do Gaia World Music, para quem "a aposta na educação musical é sinónimo de evolução cultural, de crescimento social e de maturidade civilizacional. Porquanto a música é ponto de encontro de costumes, tradições, saberes, raças e povos. De resto – continua a também voz dos Galandum Galundaina – o programa do festival reflete esse melting pot de sapiências imateriais. Teremos o romantismo dos Anonima Nuvolari, a mestiçagem dos Forró Miór, o cruzamento ocidente-oriente da International Citrus Band. Ouviremos os compassos afro-peruanos do Grupo Alturas, as gaitas de foles dos Gaiteiros de Lisboa e as percussões ibéricas dos Coetus. Sentiremos o rock dos Palankalama, o worldbeat tribal do DJ Sangennaro ou o lirismo dos Comvinha Tradicional. Um puzzle de ressonâncias que certamente agradará ao mais exigente dos melómanos pois o cardápio é vasto, eclético e multifacetado", conclui Paulo Preto.


Um mosaico sonoro
O mosaico sonoro do Gaia World Music 2019, esse, arrancará com o concerto dos italianos Anonima Nuvolari (quinta-feira, 5 de setembro, 17h30, palco 2 – Claustro do Convento Corpus Christi). Constituídos por cinco músicos transalpinos a residir em Portugal, os Anonima Nuvolari desvendam uma viagem pelos últimos 50 anos da canção italiana. Partindo do maestro napolitano Renato Carosone, o roteiro inclui paragens em referências como Fred Buscaglione ou Adriano Celentano, para chegar a autores contemporâneos entre os quais figuram Paolo Conte e Vinicio Capossela. O repertório proposto pelos fratelli Nuvolari, que afundam as suas raízes na música popular, proporciona à performance uma natureza de cabaret musical. Aliás, a particular composição do grupo permite atuações acústicas de total liberdade de movimentos onde reina o espírito boémio.


A International Citrus Band desloca-se da vizinha Espanha para contar histórias baseadas em experiências heterogêneas de sentido este-oeste (quinta-feira, 5 de setembro, 22h00, palco 1 – Zé da Micha). Afirmação corroborada pelas vivências dos cinco membros que compõem a banda: Bea Aguiar distribui com a voz o espetáculo latino da vida; Fran Lasuen utiliza o violino, o tambor cigano ou qualquer outra percussão para marcar ritmos; Gani Mirzo sonha com as mil e uma noites ao som do oud árabe; Josean Martín adoça a harmonia ácida da International Citrus Band usando o bouzouki; Manuel Luna canta cidades invisíveis acompanhado pelo rabel, violão e pandeiro. O destino será sempre incerto como atesta uma das últimas paixões do quinteto: o cante alentejano.


Caberá aos entretanto muito aplaudidos brasileiros Forró Miór o encerramento do dia inaugural do festival (quinta-feira, 5 de setembro, 23h30, palco 1 – Zé da Micha). Enaltecidos pela crítica, os Forró Miór interpretam o tradicional forró pé-de-serra do Nordeste do Brasil com influências quer do latin jazz, quer dos ritmos afro-latinos (milonga, cumbia ou calypso). O Venice Film Festival (Veneza), o Artisti in Piazza Pennabilli (Rimini), o Festival Ai que bom! (Paris), o Forró do Galpão (Londres), o Festival Intendente em Festa (Lisboa), o Ariano Folk Festival (Avellino) ou o Festival Forró di Roma (Roma) são somente alguns dos certames que acolheram a originalidade musical de Nicolas Farruggia, Alberto Becucci, Timoteo Grignani e Walter Martins.


O português Luís Peixoto (sexta-feira, 6 de setembro, 17h30, palco 2 – Claustro do Convento Corpus Christi) abre o segundo dia do Gaia World Music 2019. O músico, produtor e compositor nacional integrou diferentes projetos musicais, editou o primeiro álbum a solo em 2017 (intitulado "Assimétrico"), e recebeu prémios internacionais em Espanha e na Hungria. Multi-instrumentista, Luís Peixoto tem focalizado atividade como intérprete de vários cordofones tradicionais.


A colocação em cena de 50 instrumentos acústicos todos díspares marcará certamente a atuação dos peruanos Alturas (sexta-feira, 6 de setembro, 22h00, palco 1 – Zé da Micha). Nascido na cidade de Lima em abril de 1978, o conjunto andino reside atualmente na Europa a partir de onde difunde os múltiplos géneros musicais do Perú. O reconhecimento do trabalho desenvolvido particularmente em prol dos ritmos afro- peruanos, sonoridades originárias das massas de escravos africanas levadas pelos espanhóis para o continente americano, valeu a participação em festivais na Alemanha, em Espanha, na Áustria, em Inglaterra, na Colômbia, em Israel, na França, em Portugal, na Rússia, em Itália ou na Suíça, entre muitos outros. Os prémios Comisión de Cultura y Patrimonio Cultural del Congreso de la República, Medalla Cívica de la Ciudad outorgada pela Municipalidad Metropolitana de Lima, e Medalla Escuela Nacional Superior de Folklore "José María Arguedas" sublinham igualmente esse labor na defesa, preservação e interpretação desses acordes insuficientemente conhecidos no mundo. De resto, o Alturas é considerado o maior agrupamento artístico peruano no estrangeiro.


A outra coisa da música nacional
Seguir-se-á o espetáculo de outro peso pesado do programa do Gaia World Music 2019: os Gaiteiros de Lisboa (sexta-feira, 6 de etembro, 23h30, palco 1 – Zé da Micha). Tendo acabado de editar "Bestiário", sexto álbum de material original, o grupo português resiste à poeira de uma qualquer gaveta. Talvez conte também nesta perseverança a renovação dos elementos da banda que entraram em estúdio pela primeira vez em 1995: aos repetentes Carlos Guerreiro e Paulo Tato Marinho juntam- se agora Miguel Veríssimo, Miguel Quitério, Paulo Charneca (um regresso aos Gaiteiros) e Sebastião Antunes. Todavia, o conjunto conserva-se como a "outra coisa" do panorama musical lusitano. Colocando perpetuamente a gaita-de-foles no centro da sua música, os Gaiteiros de Lisboa prometem um show moderno, intemporal e contemporâneo.


O duo nacional Cardo-Roxo abrirá as hostilidades do terceiro dia do festival (sábado, 7 de setembro, 15h30, palco 3 – Capela do Convento do Corpus Christi). Formado pelo casal Antony Fernandes e Carmina Repas Gonçalves, os Cardo-Roxo propõem uma abordagem baseada na escuta, no gosto pelo silêncio e na paixão pelo volume natural dos instrumentos. O objetivo é convidar o público a desfrutar de um concerto intimista, explorando ao máximo quer os recursos dos aparelhos, quer as virtudes do espaço. Paralelamente à dimensão contemplativa, a toda a hora com o intuito de reestabelecer uma ligação entre a plateia e as suas próprias raízes, os Cardo-Roxo constroem arranjos sobre as melodias que recolhem sem nunca alterarem as características das canções. A dupla Cardo-Roxo editou três discos: "Alvorada" em março de 2015; “Vai-te Cuca” em maio de 2016; e “Volto Já” em outubro de 2017.


A busca de lugares de ficção é o santo graal das interpretações dos portuenses Palankalama (sábado, 7 de setembro, 17h30, palco 2 – Claustro do Convento do Corpus Christi). Quarteto dedicado aos sons instrumentais, os Palankalama compilam influências dos universos folk, rock e jazz de variados locais, regiões e imaginários. O resultado é uma longa citação de pontos geográficos reais, oníricos e fantasiosos. Dito de outra forma: paisagens sonoras em que a música funciona como uma janela para sítios de desvio. Até à data, a banda conta com dois álbuns de originais: "Palankalama" (2016); e "Boca de Raia" (2018).


Tal-qualmente fruto da acumulação de intensidades, referências e tempos é o trabalho dos Galandum Galundaina (sábado, 7 de setembro, 22h00, palco 1 – Zé da Micha). Na verdade, das memórias da Sanfona, da Gaita-de-foles Mirandesa, da Flauta Pastoril, do Rabel, do Saltério, do Cântaro, do Pandeiro Mirandês, do Bombo e da Caixa de Guerra do avô Ventura irrompe uma música que condensa épocas, sinais, marcas, direções e evidências. Tudo baseado no cancioneiro tradicional mirandês recriando ritmos, dinâmicas e harmonizações dotados de contemporaneidade, mas sem esquecer a história. Tais premissas habilitam os Galandum Galundaina a participar regularmente em alguns dos mais importantes festivais de World Music/Folk em Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Marrocos, Cuba, Cabo Verde, Brasil, México ou Malásia. O disco "Senhor Galandum" editado em 2010 foi reconhecido pelos jornais Público e Blitz como um dos dez melhores álbuns desse ano.


O Gaia World Music 2019 prosseguirá com o espetáculo dos Coetus, a primeira banda ibérica de percussão (sábado, 7 de setembro, 23h30, palco 1 – Zé da Micha). Criado sob a égide de reunir os instrumentos de impacto que temos em Portugal e Espanha, o projeto Coetus une-os, junta-os e conecta-os, oferecendo-lhes posteriormente a sua própria linguagem inspirada nos ritmos tradicionais. Todavia, incorpora uma abordagem moderna, gerando um diálogo intenso com as vozes. A consequência é uma encenação festiva de grande formato com 18 músicos em palco que leva o público a viver em frente ao passado, de costas para o futuro e com os pés no passado presente. Desde a sua fundação em 2008, os Coetus gravaram três trabalhos discográficos: Coetus (2009); Entre Tierras (2012); e De banda a banda (2018).


DJ set de ritmos worldbeat tribais
A festa prolongar-se-á noite fora com o set do DJ italiano Sangennaro (sábado, 7 de setembro, 01h00, palco 1 – Zé da Micha). Sonoridades worldbeat tribais originárias de África, América do Sul, Índia, Balcãs, Espanha ou Cuba, lugares de onde Sangennaro trouxe de igual modo instrumentos, andamentos e escalas, sons, vozes e linguagens, tradições, danças e pessoas. A seleção é ponto de encontro das raízes de todas as ressonâncias do planeta. O mesmo amplificador debita bateristas africanos, dançarinos de tarantella, cantores nómadas, o sitar indiano ou argentinos com o seu kahon. Os indefetíveis do DJ transalpino abrangem, assim, o apaixonado da cultura negra, os músicos apreciadores dos cruzamentos sonoros ou os amantes do ballo sul tamburo que dançam o círculo.


Pertencerá ao espanhol Ariel Ninas a prerrogativa de inaugurar a derradeira tarde de concertos (domingo, 8 de setembro, 15h30, palco 3 – Capela do Convento do Corpus Christi). O tocador de sanfona da Galiza fundou o grupo Inflatable Buddha, possui um repertório estendido desde a música tradicional até ao jazz Galliano, e gravou com César Prata o CD "Cantos de Cego da Galiza e Portugal". A dupla transformar-se-á em trio a breve trecho com a chegada de Catarina Moura para editarem “Do Natal aos Reis”.


O último show de festival caberá aos lusitanos Comvinha Tradicional (domingo, 8 de setembro, 17h30, palco 2 – Claustro do Convento Corpus Christi). Tendo como suporte a riqueza instrumental, poética e lírica da música tradicional portuguesa, os Comvinha Tradicional escolhem sempre um posicionamento despadronizado. Constituída pelos músicos Alfredo Teixeira (violino), Blandino Soares (viola, bandolim, voz), Bruno Cardoso (percussões, voz), Fernando Fernandes (concertina, bandolim, viola Braguesa), Miguel Oliveira (flautas, gaita), Rui Reis (baixão), Sara Luz (voz) e Sérgio Curado (percussões), a banda desdobra-se em diversas formações consoante o formato, espaço e público.


Restará acrescentar que todos os concertos do Gaia World Music 2019, uma organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia em estreita parceria com a Associação Cultural Galandum Galundaina, são de entrada gratuita. Também que o festival, apoiado pela Acción Española (AC/E) através do programa Internacionalização da Cultura Espanhola (PICE) na modalidade Mobilidade (esfera que permite a presença dos grupos espanhóis International Citrus Band e Coetus no Gaia World Music), comportará uma kids fun zone inundada de insufláveis com vista privilegiada para o palco. Ainda que terão lugar ateliers de pintura, escultura, colagem, reutilização e reciclagem sobre os instrumentos pelo mundo, outras iniciativas de animação e ações de rua.


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